Vai-se em boa ora e Chega em bora bora!?

Por Nicholas Merlone

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Mais um ano que se vai que se evapora e que se perde pelas areias do deserto. Conquistas, realizações! Perdas, decepções! O Brasil se afoga no Mundial da Nike com estrelas mais preocupadas com likes do Face, tatuagens a rodo, perseguidas globais, palácios reais de fazer inveja a William Kate, Harry Meghan, e, por coincidência, em ano de eleição presidencial pela Terra Nostra, elege-se, segundo os mais íntimos, um coiso. Será?! Um coiso, mesmo?!

Brincadeiras a parte, o comandante, na real, como todo ser humano, tem momentos de alegrias ou tristezas. Não cabe apenas criticar! É preciso fazer críticas e sugestões! É preciso discutir projetos de Estado de Nação! Estado este necessário! Nem mínimo nem máximo! Diálogo necessário!

A senhora com a espada empunhada personifica a Justiça pela ordem e a lei. Diante de delinquentes juvenis que agridem professores, a educação militar pode talvez funcionar. Porém na presença de alunos carentes com grande potencial de autodesenvolvimento, talvez outra abordagem educacional possa ser melhor, contribuindo para sua formação humana crítica, estudantil e também voltada para o mercado de trabalho.

A estimada senhora, assim, deve levantar sua venda dos olhos e focalizar o bem estar social daqueles a que fazem jus a ela! Nessa trilha, o comandante tem a oportunidade efetiva para concretizar tais humildes e simples sugestões!

De outra sorte, a Terra Nostra é um Estado laico, peró no mucho! Na época do Império verde amarelo, a religião oficial do Estado era o catolicismo, configurando um Estado confessional. Na ocasião, práticas, crenças e cultos diversos eram permitidos, com restrições. Os anos passam, o tempo corre e a República chega e ainda hoje há imagens religiosas em repartições públicas e outras práticas que evidenciam essa constatação. Com razão, a atuação do Estado em colaboração com religiões é muito bem vinda no campo social, com práticas sociais em benefício do povo brazuca! 

Não custa lembrar que vivemos num Estado de direito social democrático  (Estado balizado por leis, preocupado com o social, tendo como missão o bem estar do povo titular legítimo do poder político exercido por ele diretamente ou por seus representantes eleitos, respeitados os direitos das minorias).

Neste espaço, algumas de suas vigas mestras que o sustentam merecem destaque. A liberdade de expressão e opinião, independem de credo, crença ou convicção política ou filosófica. Nessa direção, devem prevalecer o respeito e tolerância às ideias do outro.

As religiões têm papel fundamental de amparo, conforto e proteção espiritual. Em última análise, todas sem distorções levam ao mesmo destino: o bem estar social e a harmonia e a paz interior de seus fiéis.

Deus disse que devemos amar ao próximo! Não excluiu ninguém dessa afirmação! Assim é perfeitamente cabível a coexistência pacífica e respeitosa dos valores familiares e religiosos com a diferença de orientação sexual. Tal convivência é, portanto, tanto legítima do ponto de vista jurídico, como também da própria religião.

Mais uma vez, torno a repetir: “A diferença é o que nos une!“, já fundamentou o pensador. E que 2019 seja melhor! Vamu em boa ora para bora bora?! Apesar de ilha paradisíaca, caipirinha e água de coco, prefiro acreditar no Glorioso! Como lecionava o professor de cursinho pré-vestibular – ah! O Glorioso! – Brasiiiiiiiillllll!

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